Um sucesso do nosso blog está de volta. As dez sacanagens que mostram a irresponsabilidade de quem deveria oferecer transporte aos gravataienses...
1- Diminuição de horários: a Sogil tira horários conforme sua vontade. Quando chegaram os articulados houve redução. O “Menos Transporte” acabou com mais de 30 horários para Porto Alegre;
2- SAC de brincadeira: no auge do horário de pico não tem ninguém no SAC. Ligações de celulares não são aceitas e mesmo assim o SAC atende 100 mil reclamações por ano
3- Frota velha: mesmo com a frota nova, a Sogil continua velha. A idade média da frota Sogil é de 6 anos;
4- Menos assentos: aqui há um milagre! Os ônibus novos da Sogil têm 47 lugares e substituíram os cacarecos de 40 lugares. Mas... enquanto em outros lugares um ônibus articulado tem 70 lugares, na Sogil são 56. E ainda há muitos ônibus com 32 assentos;
5- Caos na manutenção: a oficina da Sogil não consegue dar jeito nos cacarecos. Até a frota nova, que começou a rodar em fevereiro, já está ficando no meio do caminho;
6- Superlotação: Sogil lotado é sempre! A bengala da Sogil é a lei de que é possível ocupar 110% da lotação do ônibus. Ou seja, num ônibus de 47 lugares, cabem 99 pessoas; 100 com o fiscal pra fechar a conta;
7- Descumprimento de horário: levantada o dedo aí quem não se atrasa toda a semana ao pegar um Sogil!.
8- Jornada excessiva: o motorista que faz o Caveira às 6h30 da manhã é o mesmo que larga o último passageiro na 107 às 20h. A jornada passa de 14h de trabalho;
9- Pressão psicológica: jornada excessiva, cumprimento de horário, congestionamentos, linhas longas, gente reclamando e... motoristas e cobradores explodem. Vai lá no Centro Clínico Gaúcho ver quantos funcionários entram por dia pra pedir atestado;
10- Passagem cara: do centro de PoA ao fim da linha Morada do Vale a passagem Transcal é R$ 3,25. Do centro de PoA ao Parcão da 79 a distância é a mesma, e a Sogil cobra R$ 4,45
A Sogil continua na sacanagem e nós com o Respeito, Sogil!
Blog sobre a empresa de ônibus Sogil, Gravataí/RS. Monopólio do transporte coletivo! A passagem mais cara da região! As linhas mais longas! Os ônibus mais cheios! Só queremos uma coisa... RESPEITO, SOGIL! Acesse facebook.com/OlharGravatai
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22 de junho de 2011
8 de julho de 2009
As 10 sacanagens da Sogil
Vamos enumerar só dez sacanagens que mostram a irresponsabilidade de quem deveria oferecer transporte aos gravataienses...
1- Diminuição de horários: a chegada dos articulados provocou diminuição de horários, aumentando a lotação e o tempo de espera nas paradas;
2- SAC de brincadeira: é uma gincana falar com o SAC da Sogil, quando se consegue ligação, ninguém sabe dar uma resposta satisfatória;
3- Frota velha: ônibus novo é coisa rara na Sogil. Só tem cacarecos. Enquanto a frota da Transcal tem idade média de 5,4 anos, na Sogil chega a 8,1 anos;
4- Menos assentos: os ônibus da Sogil são os que têm menos lugares na grande Porto Alegre. Um ônibus articulado tem 70 lugares, na Sogil 56. Um ônibus padrão tem de 48 a 54 lugares, na Sogil 40 ou 44. Um ônibus adaptado tem 38 ou 40 lugares, na Sogil 32;
5- Caos na manutenção: a oficina da Sogil não consegue dar jeito nos cacarecos que estragam. Estragam tanto que às vezes não sobra nem ônibus reserva;
6- Super-lotação: Sogil lotado é sempre! Seja dia de semana, sábado, domingo ou feriado. E a empresa diz que é possível ocupar 110% da lotação do ônibus. Ou seja, num ônibus de 44 lugares, cabem 93 pessoas;
7- Descumprimento de horário: atrasar 10 minutos é normal segundo a Sogil. Atrasos constantes ou horário não passar fazem parte do dia-a-dia;
8- Jornada excessiva: muitos motoristas que fazem os primeiros horários da manhã são os mesmos que estão dirigindo às 8h da noite, ou seja, jornada chega a atingir até 14h;
9- Pressão psicológica: jornada excessiva, atrasos, congestionamentos, linhas longas com 3 horas ou mais de duração e... motoristas e cobradores explodem. Desrespeito, xingamentos e até agressões físicas a passageiros;
10- Passagem cara: na proporção da quilometragem rodada o preço da passagem da Sogil até 20% superior as demais empresas.
Sacanear é sinômimo de desrespeitar... Onde encontraremos o respeito, Sogil?!!?
1- Diminuição de horários: a chegada dos articulados provocou diminuição de horários, aumentando a lotação e o tempo de espera nas paradas;
2- SAC de brincadeira: é uma gincana falar com o SAC da Sogil, quando se consegue ligação, ninguém sabe dar uma resposta satisfatória;
3- Frota velha: ônibus novo é coisa rara na Sogil. Só tem cacarecos. Enquanto a frota da Transcal tem idade média de 5,4 anos, na Sogil chega a 8,1 anos;
4- Menos assentos: os ônibus da Sogil são os que têm menos lugares na grande Porto Alegre. Um ônibus articulado tem 70 lugares, na Sogil 56. Um ônibus padrão tem de 48 a 54 lugares, na Sogil 40 ou 44. Um ônibus adaptado tem 38 ou 40 lugares, na Sogil 32;
5- Caos na manutenção: a oficina da Sogil não consegue dar jeito nos cacarecos que estragam. Estragam tanto que às vezes não sobra nem ônibus reserva;
6- Super-lotação: Sogil lotado é sempre! Seja dia de semana, sábado, domingo ou feriado. E a empresa diz que é possível ocupar 110% da lotação do ônibus. Ou seja, num ônibus de 44 lugares, cabem 93 pessoas;
7- Descumprimento de horário: atrasar 10 minutos é normal segundo a Sogil. Atrasos constantes ou horário não passar fazem parte do dia-a-dia;
8- Jornada excessiva: muitos motoristas que fazem os primeiros horários da manhã são os mesmos que estão dirigindo às 8h da noite, ou seja, jornada chega a atingir até 14h;
9- Pressão psicológica: jornada excessiva, atrasos, congestionamentos, linhas longas com 3 horas ou mais de duração e... motoristas e cobradores explodem. Desrespeito, xingamentos e até agressões físicas a passageiros;
10- Passagem cara: na proporção da quilometragem rodada o preço da passagem da Sogil até 20% superior as demais empresas.
Sacanear é sinômimo de desrespeitar... Onde encontraremos o respeito, Sogil?!!?
15 de junho de 2009
Um dia a coisa na Sogil desandou
De uns tempos pra cá, os ônibus começaram a atrasar mais, a não passar, muitos ônibus lotados, a passagem subindo, os coletivos envelhecendo, redução de horários...
Quando tudo começou a desandar? Podemos dizer que foi lá por fevereiro de 2008. Houve uma transição dentro da Sogil com a saída do dono da empresa, Sr. Sérgio Tadeu Pereira. Uma das novas diretoras seria a filha do dono, Ana Cristina Pastro Pereira. Mas como chefão só anda de carro, não sabe o que se passa dentro das carroças do monopólio.
Aí o problema é da parte operacional. Depois de 30 anos o encarregado da área também foi embora. O cliente deixou de ser o foco e o lucro da empresa passou a importar mais. Dentro desta filosofia, a questão “pra que servem os fiscais?” pode ser respondida. Não interessa pra fiscalização se o ônibus está no horário ou superlotado. Importa apenas conferir o número de passageiros para o acerto do caixa do cobrador com a garagem.
O pai da criança seria o Sr. Eduardo Beuren, que nos últimos 5 anos não teria esquentado banco em muitas empresas. Passou por no mínimo três. Em 2007, andou na Unibus. Na ocasião um cliente escreveu pra Zero Hora e reclamou que havia baratas dentro de ônibus da empresa. A resposta do dito cujo foi breve “nem sempre é possível manter os ônibus em boas condições de limpeza.”
O importante é só aparecer de bonzão com a chefia. Ônibus? Passageiro? Horário? Que nada! Ao passageiro as baratas, é a filosofia de quem deveria se preocupar com os gravataienses!
Até quando vamos ter de conviver com o desrespeito da Sogil?!?
Quando tudo começou a desandar? Podemos dizer que foi lá por fevereiro de 2008. Houve uma transição dentro da Sogil com a saída do dono da empresa, Sr. Sérgio Tadeu Pereira. Uma das novas diretoras seria a filha do dono, Ana Cristina Pastro Pereira. Mas como chefão só anda de carro, não sabe o que se passa dentro das carroças do monopólio.
Aí o problema é da parte operacional. Depois de 30 anos o encarregado da área também foi embora. O cliente deixou de ser o foco e o lucro da empresa passou a importar mais. Dentro desta filosofia, a questão “pra que servem os fiscais?” pode ser respondida. Não interessa pra fiscalização se o ônibus está no horário ou superlotado. Importa apenas conferir o número de passageiros para o acerto do caixa do cobrador com a garagem.
O pai da criança seria o Sr. Eduardo Beuren, que nos últimos 5 anos não teria esquentado banco em muitas empresas. Passou por no mínimo três. Em 2007, andou na Unibus. Na ocasião um cliente escreveu pra Zero Hora e reclamou que havia baratas dentro de ônibus da empresa. A resposta do dito cujo foi breve “nem sempre é possível manter os ônibus em boas condições de limpeza.”
O importante é só aparecer de bonzão com a chefia. Ônibus? Passageiro? Horário? Que nada! Ao passageiro as baratas, é a filosofia de quem deveria se preocupar com os gravataienses!
Até quando vamos ter de conviver com o desrespeito da Sogil?!?
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