Há um bando de irresponsáveis dentro da Sogil fazendo o que bem entende com a população de Gravataí.
Enquanto os antigos donos se preocupavam com os passageiros, quem está lá agora só quer lucro. Desde a saída dos donos da Sogil, Sr. Sérgio Tadeu Pereira e Sr. José de Jesus Teiga Jr., um bando de irresponsáveis tomou conta do monopólio.
Sob a batuta da Sra. Ana Cristina Pastro Pereira, Sr. Eduardo Beren, Sr. André Luis dos Santos e Sra. Cândida Maria Wilke Gomes & Cia a Sogil começou a andar pra trás.
A Sra. Ana Cristina seria chefona do monopólio, tudo passa por ela, afinal, é a filha do dono. O Sr. Eduardo Beren que deveria supervisionar o tráfego não sossega em empresa nenhuma e acha que baratas e passageiros podem conviver amigavelmente dentro dos ônibus. Já o Sr. André Luis é quem montaria os horários dos ônibus - mesmo sem ter lá tanta experiência na coisa - além de serem poucos, não são cumpridos. A Sr. Cândida é a amiga da filha do dono e é quem responde as pergunta dos SAC, que quando funciona, diz que "vamos ver o que fazer" e não faz nada.
É esse povo aí que desrespeita o povo gravataiense. Enquanto multiplicam-se reclamações, eles apresentam aos diretores que a situação está boa. Enquanto fiscais eram pra ver os ônibus lotados, passeiam de Gol pela cidade. Enquanto a frota envelhece, as oficinas lotam e as carroças sem condição de uso rodam por aí.
Enquanto isso, o povo paga R$ 4,05 pra andar de pé, num ônibus super-lotado, atrasado (se é que a carroça passou) e se reclamar ainda corre o risco de levar uma porrada do motorista ou do cobrador.
E até aquela história pra boi dormir de que a Sogil é a 5ª melhor empresa de transporte do país ficou pra trás. No último ranking divulgado o monopólio nem apareceu....
E daí como ficam os passageiros? Cadê o respeito, Sogil?!?!
Blog sobre a empresa de ônibus Sogil, Gravataí/RS. Monopólio do transporte coletivo! A passagem mais cara da região! As linhas mais longas! Os ônibus mais cheios! Só queremos uma coisa... RESPEITO, SOGIL! Acesse facebook.com/OlharGravatai
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26 de junho de 2009
15 de junho de 2009
Um dia a coisa na Sogil desandou
De uns tempos pra cá, os ônibus começaram a atrasar mais, a não passar, muitos ônibus lotados, a passagem subindo, os coletivos envelhecendo, redução de horários...
Quando tudo começou a desandar? Podemos dizer que foi lá por fevereiro de 2008. Houve uma transição dentro da Sogil com a saída do dono da empresa, Sr. Sérgio Tadeu Pereira. Uma das novas diretoras seria a filha do dono, Ana Cristina Pastro Pereira. Mas como chefão só anda de carro, não sabe o que se passa dentro das carroças do monopólio.
Aí o problema é da parte operacional. Depois de 30 anos o encarregado da área também foi embora. O cliente deixou de ser o foco e o lucro da empresa passou a importar mais. Dentro desta filosofia, a questão “pra que servem os fiscais?” pode ser respondida. Não interessa pra fiscalização se o ônibus está no horário ou superlotado. Importa apenas conferir o número de passageiros para o acerto do caixa do cobrador com a garagem.
O pai da criança seria o Sr. Eduardo Beuren, que nos últimos 5 anos não teria esquentado banco em muitas empresas. Passou por no mínimo três. Em 2007, andou na Unibus. Na ocasião um cliente escreveu pra Zero Hora e reclamou que havia baratas dentro de ônibus da empresa. A resposta do dito cujo foi breve “nem sempre é possível manter os ônibus em boas condições de limpeza.”
O importante é só aparecer de bonzão com a chefia. Ônibus? Passageiro? Horário? Que nada! Ao passageiro as baratas, é a filosofia de quem deveria se preocupar com os gravataienses!
Até quando vamos ter de conviver com o desrespeito da Sogil?!?
Quando tudo começou a desandar? Podemos dizer que foi lá por fevereiro de 2008. Houve uma transição dentro da Sogil com a saída do dono da empresa, Sr. Sérgio Tadeu Pereira. Uma das novas diretoras seria a filha do dono, Ana Cristina Pastro Pereira. Mas como chefão só anda de carro, não sabe o que se passa dentro das carroças do monopólio.
Aí o problema é da parte operacional. Depois de 30 anos o encarregado da área também foi embora. O cliente deixou de ser o foco e o lucro da empresa passou a importar mais. Dentro desta filosofia, a questão “pra que servem os fiscais?” pode ser respondida. Não interessa pra fiscalização se o ônibus está no horário ou superlotado. Importa apenas conferir o número de passageiros para o acerto do caixa do cobrador com a garagem.
O pai da criança seria o Sr. Eduardo Beuren, que nos últimos 5 anos não teria esquentado banco em muitas empresas. Passou por no mínimo três. Em 2007, andou na Unibus. Na ocasião um cliente escreveu pra Zero Hora e reclamou que havia baratas dentro de ônibus da empresa. A resposta do dito cujo foi breve “nem sempre é possível manter os ônibus em boas condições de limpeza.”
O importante é só aparecer de bonzão com a chefia. Ônibus? Passageiro? Horário? Que nada! Ao passageiro as baratas, é a filosofia de quem deveria se preocupar com os gravataienses!
Até quando vamos ter de conviver com o desrespeito da Sogil?!?
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